31 de mai. de 2015

E no Brasil, quando isso acontecerá?

http://www.cartacapital.com.br/revista/852/nos-subterraneos-da-pedofilia-9898.html

"Os resultados iniciais de uma investigação sobre a pedofilia no Reino Unido revelam a atividade de uma nebulosa rede, da qual, segundo dados ainda sujeitos a confirmação definitiva, participariam 1.432 cidadãos, entre eles, 76 políticos, 43 empresários ou executivos da indústria musical, e 175 oriundos da televisão, cinema e rádio. Iniciada no ano passado, a Operação Hydrant, dirigida por Simon Bailey, já colocou atrás das grades algumas personalidades como, por exemplo, o famoso publicista Max Clifford. Segundo Bailey, há centenas de milhares de vítimas. Somente neste ano, o número de denúncias de agressões sexuais aumentou em 71%, em relação a 2012."

Notícia da "Carta Capital" sobre a identificação obtida de uma varredura de cidadãos da elite do Reino Unido que fazem parte de uma rede nacional de Pedofilia. Quando vamos fazer o mesmo no Brasil? Quando vamos nos atentar ao terror que crianças e adolescentes passam todos os dias? Quando vamos identificar a causa dos males ao invés de ter de remediá-los de maneira tão sofrida no futuro? Quando apontaremos o dedo para os monstros de nossa sociedade sem ter de pagar amargamente por isso? A sexualidade e a busca de prazer à todo e qualquer custo, levados ao extremo na supressão da inocência, no aproveitamento da ingenuidade, no abuso e violência do corpo e consequentemente, na destruição da alma. 

DENUNCIE - Polícia Federal ou Disque 100.
http://www.dpf.gov.br/servicos/fale-conosco/denuncias

30 de mai. de 2015

O 1 e o 2

Uma forma de pensar...

"Resumindo a vida de solteiro segundo o relato: A sensação do inesperado, a falta de rotina, o não ter que dar satisfação, a liberdade de ir e vir, a imprevisibilidade, a possibilidade de conhecer pessoas novas... Mas eu ainda penso que há possibilidade de viver tudo isso em conjunto e com a chance de ser ainda melhor.
Creio que o fracasso existente nos relacionamentos não vem exatamente da falta de amor, mas sim da falta de amor próprio e da extrema necessidade do outro. Como se o outro fosse tudo. O começo, o meio e o fim de tudo. O que mais vejo por aí são pessoas insatisfeitas, apegadas e presas em suas relações. Como se uma relação fosse feita para prender, sufocar, limitar, impedir, frear. Um relacionamento deveria se solidificar no amor e na liberdade. Quero estar aqui, porque quero, não porque preciso, porque você quer ou porque está implícito que eu esteja. O que vejo são relações abarrotadas de rotinas entediantes, sufocadas pela falta de criatividade, de emoção, de espontaneidade e pior: cheias de regras insuportáveis. E o que as mantém, normalmente, não é o amor, é o comodismo, o medo do vazio, da solidão, o apego.
Eu acredito sim num amor que liberta, que acrescenta, que melhora e não que torna tudo limitado, fechado, aprisionado e problemático. Duas pessoas juntas nunca serão apenas uma, continuarão sendo duas... Cada uma com sua individualidade, necessidade de espaço e desejos pessoais. O que deveria as unir de maneira sólida é o amor, o respeito e a vontade de estar junto. Sem regras, sem amarras, sem obrigações, sem satisfações implícitas. Que os relacionamentos sejam mais divertidos, mais imprevisíveis, mais alegres, mais criativos e que duas pessoas nunca, nunca se bastem... Mas que busquem, lado a lado, suas motivações pessoais." 



(Thaysa Stoque, a partir do relato de Rafael Magalhães do site www.precisavaescrever.com.br)