25 de nov. de 2020
16 de jul. de 2020
Homens sagrados
Eu acredito em homens sensíveis e gentis.
Nos homens místicos que acreditam em si mesmos.
Em homens que buscam a temperança e a paz dentro deles.
Em homens poetas, sonhadores, mágicos, escritores, alquimistas, artistas, professores e anjos.
Em homens que gostam de dançar e cantar e fazer da vida uma celebração.
Homens que abraçam sua criança interior ferida, escutem e abraçem a verdade e que querem curar e ajudar os outros a se curarem.
Em homens que se recusam a ser escravos de sua própria ferida e que, apesar da dor, eles a limpam e a curam pacientemente, com amor e coragem.
Em homens que vêm das estrelas e se lembram do poder de suas asas, do poder de suas mãos e do poder de seus corações.
Em homens que conhecem a intuição e a usam como sua bússola, e compartilham a liberdade porque são livres e não conhecem outro jeito de viver.
Acredito nos homens protetores da energia feminina, que sabem ler o olhar de sua amada e que não pretendem mudá-la, simplesmente acompanhá-la sabiamente em seu voo.
Acredito em homens completos que não precisam de nada de fora porque eles já sabem que tudo está dentro.
Em homens que fazem fogo quando estão com frio, que se refugiam na água quando estão com sede.
Em homens com olhos sinceros que eles vêem a si mesmos e é por isso que eles amam e respeitam todas as criaturas que existem na Terra.
Acredito nos homens, perfeitamente imperfeitos, porque é nessa imperfeição que eles também encontram sua beleza.
Homens sensíveis que sabem como receber e dar amor em equilíbrio, que escutam e que também falam, aqueles que vivem e os deixam viver e que vivem a sexualidade como sagrada, porque eles sabem que é um presente maravilhoso.
Homens com sentimentos claros, que são acessíveis.
Que andam descalços e falam com as plantas.
Nos homens tenros e selvagens ao mesmo tempo.
No homem sagrado e em toda a divindade que eles têm.
(Por Rishima ao Sagrado Masculino)
https://www.eusemfronteiras.com.br/o-sagrado-masculino/
https://medium.com/@patyrossetti/sagrado-feminino-e-sagrado-masculino-em-busca-da-multipotencialidade-humana-6b3601a7d5fa
15 de jul. de 2020
120º Dia
Não deixe o tempo te levar embora
Não deixe a preocupação podar suas asas
Descarte o que é falso
Mantenha o que é real
Persiga o que você ama
Abrace como você se sente.
(Passenger - The way that I love you)
11 de mai. de 2020
A Vida É Loka
Sérgio Vaz
Esses dias tinha um moleque na quebrada
com uma arma de quase 400 páginas na mão.
Umas minas cheirando prosa, uns acendendo poesia.
Um cara sem Nike no pé indo para o trampo com o zóio vermelho de tanto ler no ônibus.
Uns tiozinhos e umas tiazinhas no sarau enchendo a cara de poemas. Depois saíram vomitando versos na calçada.
O tráfico de informação não para, uns estão saindo algemados aos diplomas depois de experimentarem umas pílulas de sabedoria. As famílias, coniventes, estão em êxtase.
Esses vidas mansas estão esvaziando as cadeias e desempregando os Datenas.
A Vida não é mesmo loka?
16 de abr. de 2020
TEMOS QUE PENSAR
(...)
Sobre os nossos privilégios, status e representações sociais,
Sobre nossos benefícios, ações e campo de escolhas,
Sobre nossa sociedade, história, formação e desigualdades,
Sobre isso tudo em relação e em decorrência de nossa classe social, cor da pele, etnia, gênero, origem e orientação sexual.
Sobre nosso tempo e espaço.
Temos que pensar e nos repensar diariamente, a cada instante, a cada incômodo.
Podemos cometer muitos erros com nossos semelhantes, negligenciar as dores alheias, ignorar os problemas que não são nossos, minimizar o que não entende, ofender o diferente,
e toda a correção e apontamento que diz isso pode doer profundamente.
Mas se repensar a própria vivência dói,
pior ainda é viver pra sempre errando.
Viver morrendo aos poucos.
E direta ou indiretamente, machucando e matando,
com palavras, gestos e pensamentos.
O maior erro é não PENSAR.
May Gregoracci
30 de mar. de 2020
Bolsonaro mata?
Sem exagero nenhum.
Por quê?
Trabalhadores formais e informais, prestadores de serviços que trabalham com público, dependentes de pequenos negócios e que estão "na linha de frente" do comércio, em sua grande maioria, pobres e de classe média baixa (que dependem do transporte público), estão sendo jogados, eles e suas famílias, pra doença e pra morte com o discurso de "gripezinha", que já matou, atualizando em vinte de maio, mais de 14.000 pessoas no país (quando escrevi o texto era cerca 150). Termo que o #fakepresidente tenta fazer vingar.
Afinal, não dá para exercer o trabalho braçal por home office, certo?
Poderia dizer mais, mas acredito que muito já foi dito. O importante que busco trazer nesta reflexão é que precisamos olhar para TODOS e de um governo que financie o isolamento necessário neste momento crítico e que arque com os prejuízos decorrentes dele na economia, nas pequenas/médias empresas e na vida das pessoas mais necessitadas.
O governo tem dinheiro? Tem sim. Se houver VONTADE POLÍTICA, medidas emergenciais sérias, derrubada da EC 95 e liberação de investimento pesado na Saúde, na Ciência e Educação e a plena execução da Renda Básica Emergencial para população (oxalá seja aprovada para todos que necessitem e não deixe mais milhões de fora, como vemos), podemos caminhar para uma realidade melhor de contenção do contágio. Do contrário, muitos mais poderão amargar na miséria e tantos mais perderem suas vidas ou entes queridos por um vírus e pela irresponsabilidade de "vermes".
O que não dá é pra aceitarmos a crueldade e a manipulação de Bolsonaro e seu governo, que deixará o povo adoecer e morrer por trabalhar.
É a política do capital levada ao extremo e que seleciona quem deve viver e morrer.
Por quê?
Trabalhadores formais e informais, prestadores de serviços que trabalham com público, dependentes de pequenos negócios e que estão "na linha de frente" do comércio, em sua grande maioria, pobres e de classe média baixa (que dependem do transporte público), estão sendo jogados, eles e suas famílias, pra doença e pra morte com o discurso de "gripezinha", que já matou, atualizando em vinte de maio, mais de 14.000 pessoas no país (quando escrevi o texto era cerca 150). Termo que o #fakepresidente tenta fazer vingar.
Afinal, não dá para exercer o trabalho braçal por home office, certo?
Poderia dizer mais, mas acredito que muito já foi dito. O importante que busco trazer nesta reflexão é que precisamos olhar para TODOS e de um governo que financie o isolamento necessário neste momento crítico e que arque com os prejuízos decorrentes dele na economia, nas pequenas/médias empresas e na vida das pessoas mais necessitadas.
O governo tem dinheiro? Tem sim. Se houver VONTADE POLÍTICA, medidas emergenciais sérias, derrubada da EC 95 e liberação de investimento pesado na Saúde, na Ciência e Educação e a plena execução da Renda Básica Emergencial para população (oxalá seja aprovada para todos que necessitem e não deixe mais milhões de fora, como vemos), podemos caminhar para uma realidade melhor de contenção do contágio. Do contrário, muitos mais poderão amargar na miséria e tantos mais perderem suas vidas ou entes queridos por um vírus e pela irresponsabilidade de "vermes".
O que não dá é pra aceitarmos a crueldade e a manipulação de Bolsonaro e seu governo, que deixará o povo adoecer e morrer por trabalhar.
É a política do capital levada ao extremo e que seleciona quem deve viver e morrer.
E adivinha em qual grupo o pobre trabalhador ou desempregado, se encaixa?
"Manipulação acima de tudo. Dinheiro acima de todos"
"Manipulação acima de tudo. Dinheiro acima de todos"
Assinar:
Comentários (Atom)



