28 de jun. de 2017
19 de jun. de 2017
Mulher Maravilha ou Mulher Assassina?
"O mais revoltante ainda na história toda, é que Gadot está sendo promovida como a pioneira da luta das mulheres, está sendo promovida como feminista, que luta ao lado dos direitos femininos. Abulhawa ainda lembra que a família de Gal Gadot chegou à Palestina como colonizadores e conquistadores, e como a maioria dos sionistas, seus pais mudaram o sobrenome de Greenstein para Gadot, para se higienizarem, mas isso não altera quem são.
A posição de privilégio de Gadot na vida é escorada na dor, no desespero, roubo e destruição da terra e do povo palestino, onde sua família hoje habita. E mesmo com todo esse histórico, Gadot não tem vergonha e nem desculpas, mas sim orgulho. As discussões sobre o feminismo que ronda este filme deixaram de lado a história da protagonista. Os produtores, a diretora e toda a imprensa omitiram a história da atriz e seus atos violentos de matança desonesta que levou a morte de 547 crianças em menos de dois meses."
Fonte:http://causaoperaria.org.br/blog/2017/06/17/mulher-maravilha-de-heroina-feminista-defensora-de-crimes-de-guerra/
É indiscutível a importância de se colocar e se formar protagonistas mulheres e que desempenhe papéis de referências positivas na ficção, e que possam refletir positivamente também, na experiência cotidiana da vida das mulheres da vida real, Porém, que papéis estamos deixando de enxergar que podem estar por trás do discurso feminista que num longa, principalmente sendo este um filme hollywoodiano, pode trazer? Fica a crítica feita pelo partido Causa Operária, da qual compartilho.
A Educação...
"É urgente buscar saídas para a superação das inúmeras desigualdades que afligem o povo brasileiro. Para isto, não basta apenas superar as altas taxas de desemprego que afligem a população, em especial a mais pobre --são necessárias políticas públicas sólidas, políticas de Estado, que superem as discrepâncias que colocam uma grande parcela da população à margem dos direitos. É preciso lembrar que as políticas dos diferentes governos dos últimos anos foram anos foram ancoradas na busca do aumento do consumo da população, especialmente no consumo dos mais pobres."
E sobre a Licenciatura...
Historicamente, há a ideia de que se alguém conhece alguma coisa, se alguém sabe de alguma coisa, facilmente consegue transmitir isso ao outro. E não é verdade, porque profissão de professor não é o mesmo que transmitir conhecimento, tem toda uma complexidade muito maior. Para nós [pedagogos, pesquisadores e teóricos da educação], é claro que não se pode ser professor sem combinar três tipos de conhecimento: saber muito bem o conteúdo que se vai ensinar – isso é central, se não se souber muito bem história, não se pode ensinar história; se não se souber muito bem matemática, não se pode ensinar matemática; ter as bases centrais de tudo o que é da pedagogia, das teorias da aprendizagem, sobre a maneira como as crianças aprendem; e depois, ter um conhecimento da profissão, saber como a profissão funciona na prática, qual é o conhecimento profissional, como se organizar nas escolas, como qualificar o trabalho. Sem esses tipos de conhecimento, é impossível ser professor. E quando se desvaloriza um deles, perde-se a dimensão do que é a formação de professores.
Historicamente, a universidade manifestou uma grande indiferença com relação à educação básica. A universidade nunca se comprometeu com a educação básica, comprometeu-se com outras coisas, como a ciência, com a cultura em determinados momentos, com a saúde, com a medicina, mas não com a educação básica. E, assim, também nunca se comprometeu com a formação de professores da educação básica. Foram formando professores, porque tinham alunos que apareciam e queriam ser professores. Mas isso nunca verdadeiramente esteve dentre as preocupações das universidades, e tem de passar a estar.
(Antonio Nóvoa)
Sobre lutos e vícios...
"Os pesquisadores descobriram que olhar fotografias de parceiros anteriores dos participantes estimulava várias áreas-chave do cérebro dos participantes, mais do que ver fotos de pessoas neutras. As áreas são: a área tegmental ventral no meio do cérebro, que controla a motivação e a recompensa e é conhecida por estar envolvida em sentimentos de amor romântico; o núcleo accumbens e o córtex orbitofrontal/pré-frontal, que estão associados ao desejo e ao vício, especificamente o sistema de recompensa dopaminérgico evidente no vício da cocaína; e o córtex insular e o cingulado anterior, que estão associados à dor física e ao sofrimento."
Isso explica muita coisa.
12 de jun. de 2017
12 de junho
Aquela data cretina para muita gente..
Um bom texto para passar esse dia, sem namorado (a).
"Por que a gente acha que estar solteiro é estar sempre à procura de alguém? É muito clichê falar que quando você não está procurando, alguém aparece, mas a questão é que quando você está focado em você, o resto do mundo também foca em você."
11 de jun. de 2017
Overdose de Clarice
Ela sempre me define...
Às vezes eu tenho vontade ser menos intensa, só pra poder entender como o resto do mundo aguenta essas coisas que me devoram permanentemente e de uma forma tão absurda...
Não suporto meios termos. Por isso, não me doo pela metade. Não sou sua meio amiga nem seu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada.
Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto. A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender.
Me definir é muito difícil. Às vezes pareço comum, às vezes singular. Sou bem assim: metamorfose ambulante. Adolescente em crise. Crises. De tudo o que você imaginar. O que mais valorizo no mundo? amigos.Os melhor sentimento? Felicidade. O melhor verbo? amar. Conheço uma parte de uma frase, não sei o autor, mas ela define bem quem sou: viver é tentar ser feliz. É o que faço: vivo. E sim, me considero uma pessoa feliz, apesar de tudo. Depois de uma queda? Levanto e sigo em frente. Já desisti de contar os mil e um foras que dou. Vivo em busca de muitas coisa, mas já possuo a principal delas: a alegria. Uma companhia? Livros. Algo que te alegra? De novo os preciosíssimos amigos. Bom, termino as ridicularidades desta minha descrição breguíssima com uma pergunta minha, e uma resposta fantástica, que se encaixa perfeitamente no meu caso. Quem sou eu? "Eu sou uma pergunta".
Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto. A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender.
Eu sou uma eterna apaixonada por palavras, música e pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono.
Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio.
Sorrisos e abraços espontâneos me emocionam. Palavras até me conquistam temporariamente. Mas atitudes me ganham para sempre.
Clarice Lispector
Clarice Lispector
1 de jun. de 2017
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