19 de jun. de 2017

Mulher Maravilha ou Mulher Assassina?





"O mais revoltante ainda na história toda, é que Gadot está sendo promovida como a pioneira da luta das mulheres, está sendo promovida como feminista, que luta ao lado dos direitos femininos. Abulhawa ainda lembra que a família de Gal Gadot chegou à Palestina como colonizadores e conquistadores, e como a maioria dos sionistas, seus pais mudaram o sobrenome de Greenstein para Gadot, para se higienizarem, mas isso não altera quem são.

A posição de privilégio de Gadot na vida é escorada na dor, no desespero, roubo e destruição da terra e do povo palestino, onde sua família hoje habita. E mesmo com todo esse histórico, Gadot não tem vergonha e nem desculpas, mas sim orgulho. As discussões sobre o feminismo que ronda este filme deixaram de lado a história da protagonista. Os produtores, a diretora e toda a imprensa omitiram a história da atriz e seus atos violentos de matança desonesta que levou a morte de 547 crianças em menos de dois meses."

É indiscutível a importância de se colocar e se formar protagonistas mulheres e que desempenhe papéis de referências positivas na ficção, e que possam refletir positivamente também, na experiência cotidiana da vida das mulheres da vida real, Porém, que papéis estamos deixando de enxergar que podem estar por trás do discurso feminista que num longa, principalmente sendo este um filme hollywoodiano, pode trazer? Fica a crítica feita pelo partido Causa Operária, da qual compartilho.

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